
Tivemos um ano sofrido, mas a demonstração de amor e de esperança da nossa linda e pacífica torcida, somada à garra dos jogadores, deu-nos ao final do Campeonato Brasileiro um sabor de vitória. Para os matemáticos, o nosso descenso à Série B já estava sacramentado em números, só que eles se esqueceram de contabilizar o que estava nos corações dos torcedores e do time tricolor: a paixão, a esperança e a garra.
Selecionei cinco momentos de emoção, envolvendo ilustres tricolores de coração e a torcida do Flu.
1-) O texto abaixo foi escrito por Artur da Távola e traduz, perfeitamente, o sentimento do que é ser Fluminense.
“Ser Fluminense
3-) O fragmento abaixo, pinçado do artigo Um Tricolor em Roma, de Chico Buarque, escrito para O Pasquim, em 1969, ocasião em que ele se encontrava exilado naquela cidade, tornou-se uma peça de orgulho para todos os tricolores. Caso queira ler o texto na íntegra é só clicar aqui.
"É muito fácil ser rubro-negro, fácil demais! É como ser a favor do sol no meio do deserto, ou comemorar o Dia da Árvore no coração da Amazônia. Aliás, nunca existiu um flamenguista. Flamengar é verbo imperfeito que só se conjuga no plural. Por exemplo: Eu advogo, tu bates o ponto, ele mata mosquito; nós flamengamos, vós flamengais, eles flamengam. Mas torcer pelo Fluminense, modéstia à parte, requer outros talentos. Precisa saber dançar sem batucada. O tricolor chora e ri sem ninguém por perto. Sua luz vem de dentro! É habituado com alegrias choradas e gols no finalzinho, de pé, mão, barriga, bunda e nariz, sem esse papo de maioria ou de mais querido. Afinal, o amor sincero não se discute." (Chico Buarque de Hollanda)
4-) Clicando aqui, você pode apreciar os vários mosaicos criados pela torcida tricolor e copiados pelas outras torcidas.
5-) E para fechar esta homenagem ao meu querido time, apreciem o Hino do Fluminense, executado ao piano, pelo ilustre tricolor e maestro Arthur Moreira Lima. É só clicar aqui.
Saudações Tricolores!

























